Por
Raimundo Flor Monteiro.
Em
São Luís, 02 de outubro de 2013, prestando Assessoria Técnica ao Ilmo Sr. Prof.
R.N.C.A na Coordenadoria de Educação profissional das Escolas de Formação
Profissional do XYZH-MA, me foi solicitado, com vistas a subsidiar as análises funcionais sobre as Equipes Escolares das escolas XYZH-MA, apresentar os referenciais
técnicos/pedagógicos, inerentes as funções do Supervisor Técnico de Formação
Profissional. (OBS: fui advertido para apresentar a proposta de forma mais
objetiva possível, em poucas laudas)
QUEM É O SUPERVISOR?
Para BITTEL (1982, p.4) o Supervisor é um técnico especializado situado no primeiro nível de gerenciamento que tem a responsabilidade de fazer com que os colaboradores envolvidos na execução efetiva do trabalho cumpra os planos e as políticas da gerência de nível mais elevado.
ORIGEM DO TERMO SUPERVISOR?
Em tempos remotos era o homem de frente (fore man) encarregado por um grupo de puxadores de corda ou cavadores de valas; sua função era gritar "um", "dois" "três", "já", comandando o ritmo dos trabalhadores. Na Alemanha Vorarbeiter, "trabalhador de frente"; Na Inglaterra "mão encarregada" (charge hand). Ambos os termos sugerem a origem da pessoa que lidera.
QUEM É O SUPERVISOR?
Para BITTEL (1982, p.4) o Supervisor é um técnico especializado situado no primeiro nível de gerenciamento que tem a responsabilidade de fazer com que os colaboradores envolvidos na execução efetiva do trabalho cumpra os planos e as políticas da gerência de nível mais elevado.
ORIGEM DO TERMO SUPERVISOR?
Em tempos remotos era o homem de frente (fore man) encarregado por um grupo de puxadores de corda ou cavadores de valas; sua função era gritar "um", "dois" "três", "já", comandando o ritmo dos trabalhadores. Na Alemanha Vorarbeiter, "trabalhador de frente"; Na Inglaterra "mão encarregada" (charge hand). Ambos os termos sugerem a origem da pessoa que lidera.
AS FUNÇÕES DO SUPERVISOR TÉCNICO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DAS ESCOLAS XYZH-MA
- 1 Gestão: Liderar os processos engajamento e motivação dos colaboradores na condução das atividades diária.
- 2. Administração: gerir junto aos colaboradores os processos administrativos de suprir, utilizar e controlar os recursos necessários a consecução a formação discente;
- 3. Pedagógica: garantir a direção e o sentido pedagógico da formação profissional junto aos docentes e discentes;
- 4. Organizacional: Orientar, organizar e manter os ambientes físicos, recursos materiais, ferramentas, instrumentos e ferramentas técnico-pedagógicos disponibilizados para viabilizar os processos de aprendizagem na formação profissional.
- 5. Administrativo/Operacional:
ü 1.Planejar
ü 2.
Organizar
ü 3.Coordenar
ü 4.
Executar processos, atividades, tarefas, etc
ü 5.Avaliar
o grau de alcance dos objetivos.
Propósito preventivo:
ü Diminuir
os riscos reduzindo as incertezas que afetam o trabalho, esclarecendo as
ligações das atividades com o fluxo de ação da organização em que trabalha.
Propósito afirmativo:
ü Aumentar
as oportunidades de sucesso do trabalho técnico-pedagógico-formativo, dentro
das metas da organização a que pertence.
Atribuições típicas:
ü Acompanhar
e orientar os docentes quanto à aplicação dos materiais instrucionais, dos
métodos e das técnicas de ensino;
ü Acompanhar
e orientar o processo de avaliação dos alunos;
ü Colaborar
com a gerência na avaliação dos docentes sob sua supervisão;
ü Colaborar
na identificação das necessidades de atualização técnico-pedagógica dos
instrutores;
ü Controlar
os registros de assiduidade dos alunos;
ü Coordenar
e orientar a movimentação de alunos entre a sequência didática propícia para
realização dos projetos de aprendizagem;
ü Exercer
o papel de docente, quando necessário;
ü Identificar
as necessidades de atualização do material didático;
ü Observar
a qualidade, a validade e o suprimento de material, de ferramenta e de
equipamentos utilizados nos programas de formação profissional.
ü Organizar
os trabalhos de manutenção de equipamentos, de máquinas e de instalações dos
ambientes pedagógicos em que estão inseridas as atividades da sequencia
didática;
ü Orientar
as instalações das máquinas e dos equipamentos;
ü Planejar
as atividades de sua área específica de ação;
ü Planejar
o arranjo físico dos ambientes de ensino e aprendizagem;
ü Prestar
assistência técnica ao pessoal docente sob sua responsabilidade;
ü Estruturar
dados e informar, periodicamente, à chefia, o andamento das metas de matriculas
sob sua responsabilidade;
ü Promover
a atualização técnica e pedagógica dos instrutores;
ü Promover
reuniões com instrutores para estudo, análise de situações e problemas de
ensino e aprendizagem;
ü Supervisionar
os ambientes de ensino quanto à organização e à utilização;
ü Zelar
pelas normas ambientais, e de higiene e segurança no trabalho.
ü Atuar
como coparticipe nos processos de análise, elaboração e atualização do projeto
político-pedagógico e do regimento escolar;
ü Elaborar
portfólio de ofertas formativas da Escola XYZH-MA, levando em conta critérios
técnicos e mercadológicos;
ü Identificar,
elaborar e apresentar a supervisão pedagógica e ao gestor escolar, os projetos
setoriais estratégicos de melhoria, expansão e atualização técnica/didática e
pedagógica da Escola XYZH-MA em sua área de atuação;
ü Coordenar
junto aos docentes, o processo de elaboração das requisições de material de
consumo e materiais permanentes;
ü Propiciar
a logística inerente ao fornecimento de material de consumo para atender as
ofertas formativas de sua área de atuação;
ü Contribuir
nos processos de planejamento didático/pedagógico de aulas;
ü Contribuir
na análise e elaboração do pré-projeto de cursos novos;
ü Contribuir
na análise e elaboração de planos de cursos novos;
ü Contribuir
na atualização de planos de cursos convencionais;
ü Coordenar
o processo de avaliação de ofertas formativas;
ü Elaborar
planilha de custos e formação de preços dos cursos e programas de formação
profissional;
ü Prever,
prover e organizar o uso dos recursos multimeios de ensino e aprendizagem de
sala de aula, oficinas e/ou laboratórios;
ü Contribuir
nas atividades do conselho escolar da Escola XYZH-MA;
ü Contribuir
nas atividades do conselho de classe.
ü Acompanhar
os alunos estagiários dentro da empresa;
ü Acompanhar
os alunos que desenvolvem prática profissional dentro da empresa;
ü Colaborar
na montagem de cursos e programas;
ü Colaborar
na seleção de alunos;
ü Colaborar
com setor de orientação vocacional/educacional;
ü Controlar
assiduidade e pontualidade dos instrutores sob seu comando;
ü Coordenar
e assessorar trabalhos industriais;
ü Dar
apoio aos instrutores em atividade nas empresas;
ü Participar
da banca examinadora para seleção de instrutores na elaboração, aplicação e
correção de provas em caráter sigiloso;
ü Promover
a integração entre docentes de cultura geral e de formação especial;
ü Acompanhar
e orientar as técnicas de interação entre instrutor x aluno;
ü Certificar
da qualidade dos planos de ensino e aprendizagem (plano de aula, plano de
demonstração, cronogramas, etc);
ü Certificar-se
da qualidade dos produtos de aprendizagem elaborados pelos alunos (produtos,
exercícios, projetos, etc);
ü Acompanhar,
de modo preventivo e corretivo, o processo de recuperação dos alunos;
ü Observar
se os aspectos materiais/organizacionais das oficinas, salas de aula,
laboratórios, etc., estão em condições e se estão sendo utilizados
adequadamente;
ü Proporcionar
meios para o aprimoramento técnico e didático-pedagógico dos instrutores, etc.
Bibliografias
NOGUEIRA. Martha Guanaes. Supervisão Educacional - A questão Política. Eduções Loyola, 2 a edição. São paulo. 2000.
BITTEL. Lester R. Supervisão Eficaz São paulo. McGraw-Hill do Brasil, 1982.
SENAI-DN. A supervisão nas oficinas do SENAI. Rio de Janeiro, 1988.
BITTEL. Lester R. Supervisão Eficaz São paulo. McGraw-Hill do Brasil, 1982.
SENAI-DN. A supervisão nas oficinas do SENAI. Rio de Janeiro, 1988.
SENAI-DN.
Planejamento da ação supervisora. Rio de Janeiro, 1988.
SENAI-DN. Cursos e
programas. Brasília, 2010.
SENAI-DN. Departamento Nacional. Classificação das ações do SENAI / SENAI.DN. – 2. ed. – Brasília, 2009.
29 p. : il.